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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Aquele momento de recomeço... de novo!

Olá estranhos,
Acredito que seja bem significativo meu último post ter sido no primeiro dia de 2017 dizendo, claramente, que ia tentar escrever mais e então, não escrever por mais de um ano.
Bom, seria mentira dizer que não escrevi nada! Em meus rascunhos tem uma postagem de julho que eu não tive coragem de postar. (Aqui está ela)

Não sei por onde começar!

Help! I need somebody...

A minha cabeça hoje está bem confusa.

Help! Not just anybody...

Por que isso acontece comigo?

Help! You know I need someone...

Estou cansada...

HELP!

Visivelmente, ela era um pedido de ajuda... e agora vejo que eu deveria ter postado, mas as razões para não fazê-la foram muitas. 
Primeiramente, eu não queria preocupar ninguém, principalmente meus pais! Segundamente, eu não achei que alguém fosse se preocupar, por que eu tenho a errônea concepção de que ninguém se importa comigo (possivelmente por que eu não me importo comigo!)
Novamente, eu estava errada!
Quando a bomba explodiu (e ela explodiu!) eu não só preocupei todo mundo como baguncei a única coisa segura que estava acontecendo na minha vida. Bom, que eu saiba, por que pode ser que eu tenha bagunçado outras, mas não quero ficar ansiosa em relação a isso... deixa rolar!

Se vocês estão se perguntando "Do que a Laura está falando?"a resposta é: Eu não sei o quanto quero falar sobre isso... Nesse momento eu já estou sendo medicada (novamente!) e estou no Brasil com todo meu suporte médico, familiar e de amigos (por pelo menos mais uma semana). Então não é preciso se preocupar... PROMETO!

Algumas pessoas do meu circulo mais intimo sabem dos monstros que me assombram diariamente, e as batalhas que luto, mas a maioria que assiste minha vida por redes sociais não tem ideia. Por isso, eu me desculpo, eu bem sei como é ver a vida das pessoas nas redes sociais e imaginar quão perfeita ela é... a tal grama do vizinho que sempre é mais verde!
Então, hoje irei compartilhar com vocês um dos meus monstros pessoais e o nome dele é depressão, seguido por uma falta de disciplina e baixa auto-estima.

Há anos que através de terapia, religião, aconselhamento, exercício fisico e outros que tento superar, crescer e aprender, cada vez mais, sobre minhas fraquezas, mas principalmente minhas qualidades e como a minha vida é importante! Mas vou te contar, é uma jornada longa, cansativa e, as vezes, dá muita vontade de desistir, simplesmente se jogar numa cama e deixar o tempo passar. Deixar as rugas aparecerem, o corpo definhar e deixar de viver, mas apenas existir!
E eu entendo que para muitas pessoas isso soa tão patético, tão "é só preguiça" ou "frescura no cú", mas eu também não sou a pessoa mais aconselhada para tentar mudar seus pré-conceitos (ou melhor, desinformação) afinal depressão é uma coisa orgânica e psicológica que por muitas vezes independe das tentativas de superação dadas pela avó, vendidas nas revistas de saúde e videos no youtube.

Mas vou tentar dar um exemplo prático:
Eu comecei a escrever este post ontem de manhã, quando acordei com disposição e meu cérebro trabalhando a mil por hora (medicação trabalhando na parte orgânica) querendo por para fora tudo que ficou guardado esse tempo todo. Por que, eu sempre fui uma pessoa expressiva seja com a escrita, a música, a dança ou o teatro. Mas, faz muito tempo que a rotina, o perfeccionismo e a falta de disciplina (devido a depressão - parte psicológica) me impediram de fazê-la!
Então, por motivos externos precisei parar de escrever, tive outras atividades na minha agenda de domingo - como passar um tempo com a minha familia que veio me visitar. O que normalmente  (por meu perfeccionismo - parte psicológica) já me faria desistir de continuar, mas eu não desisti! Eu ainda precisa por TUDO para fora - como eu sempre gostei de falar aqui no blog... vômito mental!
Assim que pude sentei novamente a frente do computador, dessa vez menos focada e facilmente distraída com as coisas do dia-a-dia: mensagens de texto, e-mails, redes sociais... Essas distrações aparecem pela falta de foco e disciplina que me perseguem por algum tempo e eu não culpo a depressão por isso, mas sim o bombardeio de informações que a nossa sociedade vive, então tento não me auto-flagelar, mas também não posso permitir me entregar, senão a depressão toma conta por que fazer isso é mais confortável, portanto tive que recorrer a outros métodos para voltar ao meu objetivo do dia: colocar os sentimentos para fora!

Decidi então que iria cantar, uma outra forma de por pra fora o que era preciso, por que a distração estava me impedindo de escrever, mas aquilo tinha que sair. E ao começar a tocar violão e cantar e começar a deixar as coisas sairem eu também comecei a ficar triste e chorar. Aqui está um fato que poucos entendem, mas que faz parte do processo de recuperação: descobrir a melhor forma de lidar com os sentimentos, no meu caso stress, dor e perca e não ter medo de fazê-la. E, então, eu te pergunto..."Quem lida com esses sentimentos ruins SEMPRE com um sorriso no rosto?" Sociopatas, talvez, ah! e os ingleses também, por que PQP que gente fria, nunca vi igual!
Piadinhas a parte, obviamente, cada um tem sua maneira de lidar, alguns gostam de ficar isolados, outros de comer ou fazer um exercício físico... Bom, eu gosto de chorar... quietinha no meu canto... enquanto eu continuo lidando com a situação.

E é nesse momento que eu peço, novamente, NÃO SE PREOCUPEM! Eu estou bem... Eu não sou uma boneca frágil de porcelana... Eu sou aquelas bonecas de  plástico que a criança já rabiscou a cara com caneta permanente, perdeu uma perna e cortou o cabelo tudo errado e escondido da mãe, por que achou que era cabeleireira, mas que no final do dia AINDA  é a boneca preferida, afinal ela tem o estilo dela!
Finalizei minha sessão de música com um vídeo que postei no Facebook (se tiverem interesse de ver), um video que gravei com muito humildade e erros, por que meu dedo (de quem não toca violão nunca) tava doendo muito! Mas, eu me orgulho de cada passo que dou e gosto de dividir com meus amigos e as pessoas que se importam, para ver se elas compreendem que tá tudo bem (agora medicada!), que as vezes fazer "arte" doí (principalmente meus dedo, nesse momento), mas que me acalma e me ajuda a entender e superar algumas coisas.

Agora, são 6 horas da manhã do dia seguinte... Poxa levei quase um ano e mais um dia inteiro para postar, mas não desisti... fiquei orgulhosa de mim por esse momento de disciplina, esse momento de decidir fazer algo e mesmo com os imprevistos continuar fazendo (do jeito que der). Vencendo o perfeccionismo e a depressão que já estava gritando aqui: Pra que isso? Quem se importa? Você nem sabe escrever direito... ninguém vai ler... (a minha mãe vai ler e provavelmente comentar: filha te amo!)
E a minha resposta pra minha depressão é "Eu fiz isso por mim! E dessa vez eu venci... então fica de buenas e te vejo hoje mais tarde no nosso próximo desafio"
Por que para mim todo dia é "aquele momento de recomeço... de novo".


quarta-feira, 17 de junho de 2015

"...and all I got is your hand..."

Enquanto espero o The Sims 4 atualizar pensei em escrever, já que faz milênios que não o faço. Como sempre: Eu penso em escrever, até abro a página do blog, até escrevo...
Provavelmente deve ter uns 20 rascunhos salvos aqui e com certeza eles vão se manter rascunhos... rascunhos de coisas que gostariam de ter sido ditas (ou não), fatos e atos que aconteceram no passado que queriam ter sido importantes e não foram! Para o bem ou para o mal!

Não eu não estou triste, nem chateada, nem depressiva, nem na bad, nem em crise existencial ( como normalmente eu estou). Eu estou igual a página do blog quando eu abri o site... em branco!
Prestes a escrever alguma história emocionante ou apenas voar com o vento quando for solta. Não sei! E definitivamente eu não quero saber... quero deixar rolar.
Como sempre cansei de meter os pés pelas mãos... estou tentando me manter fora de problemas.

Em pausas reflexivas feitas nesses últimos dias eu percebi que talvez as melhores e as piores coisas da minha vidinha pacata aconteceram por conta da minha impulsividade. As boas não tem por que reclamar, mas com certeza elas aconteceriam da mesma forma eu forçando-as ou não... Mas as más... O que me assombra é pensar que talvez eu estraguei algo que poderia ter sido bom!
Enfim... nunca vou saber e não posso lamentar para sempre...
A frase clichê para esse momento é: Quando não é para ser, não adianta!
Acho que isso descreve meus tormentos e expectativas sobre os momentos passados nos últimos anos. Mas juro à todos que estão lendo esse post nesse momento (provavelmente só a minha mãe, então - mãe!) que eu estou fazendo o meu melhor para que isso não se repita (propositadamente).

Eu coloco dessa maneira, por que eu sei que haverá momentos na vida que terei que me jogar para poder atingir algo! Entretanto,  não posso viver a beira de abismos a todo instante, além de perigoso é muito desgastante. Ter que estar sempre atenta para não cair, sempre alerta aos perigos comuns e mais aos que eu mesma proporciono. Então... sim! Equilíbrio...
Acho que agora estou preparada para essa jornada pessoal:

Auto-conhecimento + Buscas + Caminhos + Dificuldades + Equilíbrio - Expectativas!

É muito possível que eu já tenha abordado esse tema recentemente... Atitudes, escolhas, resultados... Talvez seja a minha forma de pedir desculpas, ou mesmo, tentar entender uma parte do meu desenvolvimento que foi comprometido por questões bioquímicas, mas também por questões pessoais. Existem pessoas as quais eu gostaria de todos os dias me desculpar pelas péssimas escolhas que fiz, pelas minhas confusões, por não entender o que acontecia comigo, nem com o mundo.
Contudo, perceba o erro nessa frase... eu queria me desculpar ao outro pelo mal que infligi à mim mesma ( coisas que as vezes nem eu mesma considerei mal, mas foram consideradas ruins dentro de um padrão de comportamento pré-estabelecido ). Lógico que se eu te magoei, eis aqui meu pedido de desculpas! Mas por que eu sinto essa necessidade de ser aceita e agradável e correta sempre.

Preciso entender que eu não sou perfeita... na verdade longe disso. Eu sou apenas mais um ser humano que coexiste no planeta Terra desde 1989 até o presente momento. Com vontades próprias, sonhos, desejos, medos, mimos, as vezes legal, mas as vezes muito chata. Paciente e impaciente para as mesmas coisas em momentos diferentes. Amo tudo até que se prove o contrário... Tenho pavor de borboleta e acredito em espíritos. Fui criada por uma família estável financeiramente que batalhou muito para chegar onde chegou e que com seus erros e acertos fizeram e fazem tudo por mim e para meu desenvolvimento. Fisicamente eu puxei os Defávoris... a altura, o quadril, o cabelo, o queixo e os olhos... Psicologicamente eu puxei os Pereiras... criativa, intuitiva, imaginativa, paranóica... Algumas características são minhas mesmo... Gosto de ouvir música, dançar, cantar e fazer os 3 no carro! Sou pirracenta e preguiçosa, mas as vezes a preguiça vem por que eu tenho um pouco de TOC e prefiro não fazer a ter que fazer do jeito que minha cabeça acha que eu deveria fazer. Te amo! Estou me amando! Amo a Deus e a minha família - considero meus cachorros parte da família e acho que vou ser avó nos próximos meses. Acredito no poder da palavra, sou extremamente textocêntrica... analiso letra de música, conversa no zapzap, tinha mais costume de ler do que atualmente, mas estou tentando voltar. As vezes me acho uma velha num corpo de jovem, as vezes me acho uma jovem no corpo de velha, isto tudo devido as dores eternas que sinto nas minhas costas. Odeio que me peçam pra fazer algo duas vezes, se eu disse que vou, eu vou no meu tempo! Mas odeio mais ainda que me peçam para fazer algo que eu já vou fazer naturalmente. Ainda mais quando isso inclui o fato deu ter que pausar meu seriado para ir ouvir a ordem. Gosto de sair à noite, mas sinto falta de roles à tarde mais de boa. Sou romântica quando quero. Mas tudo tem sua hora e lugar. Dominadora, mas adoro ser dominada. Já fui da fase do rosa, do preto, acho que agora eu to na fase das cores pasteis, mas na verdade não tenho mais uma cor. Vou a praia, mas gosto do campo... E quase nunca entro no mar. Acompanho a parte cultural, esportiva, nerd, entretenimentos em geral porque para mim é tudo importante. Me arrependo de não ter feito basquete na escola e não ter feito ballet. Eu também queria fazer ginástica olímpica, mas minha mãe disse que eu era muito grande e desengonçada - ainda sou. Sou amiga... e dou conselho para minhas amigas, mas muitas vezes eu mesma não sigo. Mas não sou tão companheira, por que têm vezes que prefiro ficar sozinha. Gosto de ser o centro das atenções, entretanto eu detesto ser notada em algum lugar quando chego. Tem vezes e lugares que eu me sinto inadequada por motivos ridículos, tem vezes e lugares que as pessoas que fazem ou me sentir inadequada por motivos mais ridículos ainda. Tenho medo de morrer e de ficar sozinha. Quero ser mãe e provavelmente minha filha vai se chamar Annie ou Amy ou Amélia e o menino Marcelo ou Theo. Nunca vi neve. Já fui assaltada. Tenho sonhos perigosos. Gosto de estudar. Queria saber andar de patins e encontrar sapatos da Melissa no meu número. Raramente consigo ir ao banheiro sem ligar para a Angélica, e não, nós duas não namoramos. Acredito que existem almas gêmeas e tenho quase certeza que já achei as 3 - que uma vez minha mãe disse que nós tinhamos 3 almas gêmeas - se esse é o caso tô lascada por que duas são mulheres e uma é um amigo. Acho que já estou sem saber o que falar de mim embora exista muito mais... Quero o bem de todos, mas estou aprendendo a falar Não! e pensar no que é bom para mim também. Amo comida japonesa, Spoletto, músicas remix na internet e vídeos de criança, Harry Potter, McFly e Londres - vou pra lá. Essa sou eu.. esse é o pacote...

Mas acho que o mais importante: Nada disso é minha culpa!
São coisas que simplesmente são, como são, por que são.
Odeio inveja... odeio que sintam inveja "de mim"... por que a grama do vizinho sempre parece mais verde, mas pula lá que você vai ver as pragas que ele tem que enfrentar todos os dias.
Sou feliz por que quero, não pelas coisas que tenho! Sou feliz por que amo, não pelas coisas que tenho! Sou feliz por que tenho uma família e amigos que me amam, não pelas coisas que tenho! Fico triste quando se importam com as coisas que tenho, não com as coisas sou! E tem momentos que só estou normal por que não sou obrigada a ficar feliz sempre!



segunda-feira, 30 de março de 2015

It's me against the WORDS!

            É de conhecimento geral que nosso corpo é de carne e osso, cientificamente comprovado que somos formados de uma junção de tecidos e órgãos que por sua vez são uma junção de células, que por sua vez são uma junção de organelas que microscopicamente realizam as reações químicas necessárias para nossa existência. Mas nossa alma, nossa alma, tem uma outra matriz de geração. Algumas pessoas são uma junção de figuras – criadas ou dadas a elas quando criança –, outras são músicas, outras são silêncios e isso monta a personalidade de cada um, seu modo de ver a vida e de se relacionar.
            Eu sou feita de palavras. Nasci sujeito de uma frase na qual minha família era predicado, mas não qualquer predicado, eles sempre foram predicativo do meu sujeito, um adjunto adnominal por estarem tão perto, mas tão perto que fica impossível transitar ou colocá-los em outra posição na sentença de minha vida.  Admiro a força deste adjunto, pois eu sei que meu sujeito as vezes é indeterminado, ou mesmo, inexistente quando quer fugir do mundo, mas independente disso lá estão eles.
            Entretanto, eu também sou um substantivo. Um substantivo próprio, afinal dou nome a algo ou alguém. E isso é uma grande responsabilidade, ser o meu próprio “Eu, ter uma identidade e não se permitir confundir com qualquer substantivo concreto comum.  Mesmo quando a vontade de sumir é tão grande, mas tão grande, que você só quer ser uma substantivo abstrato e boa! Afinal, nem sempre é confortável ser seu próprio substantivo sem nenhum adjetivo ali para te dar um suporte.
            Falando em adjetivos – eu preciso dizer – são os meus melhores amigos, dão sentido a minha frase, complementam a minha vida, dispensáveis ou não para o entendimento completo da sentença. Tornam os lugares mais agradáveis, as pessoas mais queridas, assim como, tornam os medos mais terríveis. Quem nunca sonhou com a vida perfeita!
            Mas ser e ter tudo isso só é possível  através dos verbos. Eu nasci verbo quando alguém me pariu. Cresci. Estou vivendo, mesmo que seja com um verbo auxiliar, ninguém consegue tudo sozinho. Busco conhecer, me conhecer, aprender com o verbo de ligação os pontos fundamentais da vida. Seja no tempo verbal que for presente, passado ou futuro. O  indicativo disso é que o futuro do pretérito aprende com o pretérito perfeito os caminhos da história para me guiar e acertar no presente. O pretérito mais que perfeito, por acontecer depois do passado já sabe mais, por isso ensina o futuro a ser melhor. Uma grande jornada para controlar os imperativos impulsos que querem estabelecer a desinência pessoal e temporal das palavras que nos denominam.
            Palavras... dizem tanto, mas ao mesmo tempo podem não dizer nada! Talvez hoje eu saiba menos sobre mim do que ontem, mas tenho uma dezena de palavras a mais para me descrever. Julgamentos, pré-conceitos, discriminação tudo por conta de palavras. Ideologias, brigas, desentendimento e discussões tudo através das palavras. Existe o bom e o mal? Quem decidiu que bom seria bom e mal seria mal? Signo, significante e significado! Palavras...

            No fim do dia acho que a única palavra que deveria definir a todos é AMOR, mas será que eu realmente sei o que essa palavra significa?

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Breaking BED!

Reflexão para dormir...

Está frio e tenho preguiça de tirar a roupa pra colocar o pijama!
Amanhã ainda é quinta e eu achei o dia todo que hoje era quinta!
Redes sociais cada dia mais nos tornam anti-sociais!
A incrivel necessidade que a sociedade tem de nos aprisionar na infância!
Bem e Mal é totalmente questionável!
Eu tenho mais sentimentos que palavras, mais palavras que ações, mais ações que verdades!
Quanto mais me conheço, mais me surpreendo!
Fui tola, sou tola e sempre serei tola, mas não em mesmo grau!
Sou carente...


Esta noite eu pensei em pegar o carro e ir te ver
Então eu refleti e fui dormir!

Talvez eu tenha falado de mais, talvez eu não tenha dito tudo, talvez eu já tenha dito isso antes, talvez dessa vez seja verdade, talvez não!

Boa noite!


terça-feira, 27 de maio de 2014

The winter is coming

Você já ouviu o som de um coração quebrando?
E a cor de uma lágrima?
Talvez, só por um segundo tenha sentido o cheiro da fraqueza...

Eu já quebrei meu coração e chorei tantas vezes por medo e covardia que já me acostumei, estou tão anestesiada que quando penso em sofrer eu travo e rio de nervoso! Mas por que isso importa? Se no fim do dia minha roupa cheira a cigarro, solidão e dor de garganta...

Penso que a dor de garganta, mais do que um sintoma da qualquer patologia seja uma resposta corporal de alguns sapos que venho engolindo... Eu gosto de falar! Me expressar! E fazer essa fina do "não me importo, você que corra atrás" não é pra mim... Talvez viver em sociedade não seja pra mim, mas dane-se, assim como eu com meu jantar hoje, digo: Vocês vão ter que me engolir!!!


Mas daí vem a pergunta: Você escolheu engolir esses sapos? Então lide com eles...
Mas então eu rebato com uma pergunta retórica: Se eu fizesse diferente, seria melhor?


Bom frio para todos...
O dedo e o coração gelado não me permitem continuar...

Mas tudo vai bem!
(Para alguém)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"...We're bigger than we ever dreamed, and I'm in love..."

Busquei respostas e encontrei a paz!

Acreditava que estava presa no ciclo vicioso de ser e querer algo inatingível e que dependia da presença e atuação de outros para sua efetiva realização... E como sempre eu estava ERRADA!
Assim como estava errada em viver esta relação de dependência, eu estava erradíssima em achar que nunca sairia dela. O que me faltava era apenas o foco!
E eu estou diariamente buscando este foco... que consiste em um trabalho de corpo, mente e espírito - através da alimentação adequada de cada vertente com substâncias saudáveis e concretas. Vivendo a fantasia de forma real, o que é mil vezes melhor do que apenas sonhar!

"Laura, por favor... Qual a formula?"
R: Caríssimos, vou soar tão vaga quanto qualquer livro de auto-ajuda se tentar entregar de bandeja esta minha busca pelo Santo Graal, de formula metódica e fria. Afinal cada um tem o direito e o gosto para se alimentar da maneira que bem entender, apenas indico que entenda a existência dessas 3 partes e de acordo com a interpretação que melhor lhe aprazer encontre este alimento psicológico.

Mas nada como o tempo após os contratempos para desanuviar nossa mente... Nada como o mar, a brisa, a risada e uma boa companhia para te centralizar! Quando me encontrei, encontrei a minha risada, o meu silêncio, e aos poucos ouso até dizer que encontrei o controle remoto da minha vida! O que me abre um leque de oportunidades... já que a ansiedade e impulsividade eram gatilhos das minhas emoções!

Estava distante, mas agora voltei...
Você se foi, você também, e até mesmo você que eu achei que nunca iria... foi!
Partidas doidas... mas acredito que AGORA eu aprendi a me despedir, não se pesar, mas de forma finita!
Então ADEUS... que se formos analisar de forma literal  (não pesquisei, mas talvez seja o sentido da palavra) Realmente signifique: Entregar A DEUS...
Por isso, a todos que partiram da minha vida de forma espontânea, decidida, inesperada, entre outros...

ADEUS!

E a vocês que se mantém firmes e fortes ao meu lado... Obrigado e fiquem com Deus! s2

sábado, 12 de outubro de 2013

"...If I lay here... If I just..."

( Eu sempre coloco uma música para ouvir antes de escrever.. sei lá como motivacional para qualquer coisa que esteja dentro vir pra fora, como osmose... de onde tem mais para onde tem menos!!! Daí então começa uma propaganda do NetFlix no Youtube.. sendo que este post seria sobre o ciclo da minha vida e o Netflix... coicidências malucas!!!!!! - Agora aqui vai o post!!!! )

Estava percebendo como meus finais de semanas estão sendo ciclicos... Toma uma decisão em uma final de semana, caga no outro... E bom... Hoje pelo segundo final de semana consecutivo eu tomei uma decisão... ACERTIVA! Eu senti o cheiro de bagunça no ar... Aquela bagunça que só é notada na manhã seguinte, quando a maquiagem está borrada, os olhos estão molhados da chuva e do choro, o corpo suado, a mente surrada... E eu falei NÃO!
Estou me sentindo velha, sonolenta, viciada no Netflix, mas não estou bagunçada! Não me perdi, não me quebrei e amanhã é só acordar... Sem ter que procurar os pedaços pelo chão, sem ter que buscar respostas ou sentido tudo foi muito claro!
Uma conversa, um seriado, um pedaço de pizza, uma velha companhia, um Guaraná, uma rede social e um sorvete!!!! Pode parecer pouco frente ao muito que outras pessoas dessa família estão fazendo nesse momento, e não é inveja, apenas comparação! Mas eu estou sã!
E com a sanidade vem o pensamento, as reflexões, e aí eu me bagunço ... (huahuahuahua não tem como fugir, tem?)

Eu perguntei para uns amigos e para mim mesma e cheguei a uma conclusão: Já está estragado!
E me chateia saber que eu tenho essa habilidade estragar tudo, antes mesmo de ter algo para ser estragado! Ansiedade? Paranóia? Inseguraça?
Eu sei tudo o que eu sinto, mas não tenho ideia de quem eu sou! E ver o discurso de estranhos tão certos de suas escolhas... é fascinante, inocente, chocante e fofo! Queria ser mais racional nos momentos certo por que esse negócio menininha chorona me deixa completamente sem saber o que fazer!
Mas ao mesmo tempo que eu tomei conciencia dos meus erros inreparáveis eu também percebi que havia coisas as quais eu estava fechando os olhos para não enxergar... e agora eu vi! Está bem claro!
Eu sou uma maricas, chorona, humanista, mas é isso o que eu sou e isso que eu posso usar a meu favor.
Estou esperando alguma coisa acontecer, pq tenho planejado diversas coisas... Mas essa maresia veio em boa hora, por que eu estava bagunçada e agora é hora de colocar a casa em ordem!!!

Talvez depois de mais um episódio de Grey's Anatomy!!!!!!

Final de semana muita coisa pode acontecer... inclusive NADA!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

"...I can cut you into pieces, When my heart is....broken..."

Azul = Azar, minha primeira aula de moto e adivinhem estava chovendo. E o mais bizarro foi que eu estava com a mesma blusa que eu usei na minha primeira tempestade em cima de uma moto!
De qualquer jeito, no fim a aula acabou rolando e foi muito legal, como diria GOL 1.5 " Eu guio lindo!".
Meu medo, como sempre se transformou em palhaçada e eu ficava fazendo piadinha besta a cada 5 segundos, daí o instrutor ainda perguntou: Artes Cênicas, tem a ver com circo? - Ele devia tá me achando com cara de palhaça. Não devia ter levado meu nariz vermelho, dorgas!
Enfim, ontem eu tava estressada, fiquei feliz, daí fiquei estressada denovo, daí fiquei feliz, daih dormi, sonhei lindo e acordei rindo, dormi denovo, acordei rindo de novo, dormir, acordei, falei no telefone, fiquei estressada de nevo, falei no skype e msn desestressei, fui fazer aula de moto, fui pagar conta, resolvi me dar uns minutos e fui no cinema, nesse ponto eu estava extremamente feliz, daí eu cheguei em casa e falei msn de novo e me estressei ficando feliz. Logo, eu to confusa, senti de mais, muita coisa, e agra eu simplesmente não queria sentir mais nada por mais ninguém. Saudade dói, indiferença também, preocupação ajuda, mas atrapalha. Sei lá!
Como as pessoas dizem sorte no jogo, azar no amor, eu to mais pra azar no jogo, e azar no amor, e azar... azar...raza... rasa... isso to me sentindo vazia!
Ontem um amigo meu que vou chamar de Luke falou a seguinte coisa no ensaio para a parceira, "o não nós já temos, por isso não temos que ter medo de correr atrás do sim!", por exemplo: Você tem medo de prestar vestibular? Você tem medo de confessar o seu amor? Você tem medo de ser você? - Sim! , Por quê? - Por que eu tenho o medo da rejeição!, mas por um acaso você está dentro da faculdade? você tem quem você ama? você é você? - Não! Então por que o medo de tentar, o não você já tem!
E tipo isso me fez pensar em muitas coisas, mas não consigo resolver nenhuma delas, logo... FODEU! Me desculpem o termo, pelo menos aqui eu tento evitá-lo, mas sei lá, tem horas qu nós temos que ligar o foda-se, eu só liguei ele no momento errado e pra situação errada.
Mas é o que tem acontecido ulimamente!

Fui...